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Vacina contra o HPV está entre os principais avanços da medicina nos últimos 20 anos, afirma universidade norte-americana

A vacina quadrivalente contra o HPV foi licenciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2007. É recomendada para meninas e mulheres entre 9 e 45 anos, exceto gestantes, e meninos e jovens entre 9 e 26 anos. No SUS, o principal público alvo são as meninas e as adolescentes entre 9 e 13 anos, além das mulheres com HIV na faixa de 9 a 26 anos.
O esquema vacinal padrão é de três doses, com intervalo de 2 meses entre a primeira e a segunda, e de 4 meses entre a segunda e a terceira (0-2-6 meses). Quando adotado o esquema estendido (0-6-60 meses), válido para menores de 13 anos e usado pelo Ministério da Saúde, o intervalo de seis meses entre a primeira e a segunda dose deve ser respeitado, caso contrário não haverá proteção.

Todo o planeta de olho na meningite

A meningite é causada por diversos agentes, como fungos, vírus e bactérias. A meningocócica, mais comum das bacterianas, é capaz de levar ao óbito em apenas 24 horas. Há tratamento específico, mas, ainda assim, um a cada cinco infectados não consegue resistir. Dentre os sobreviventes, de 10% a 20% ficam com sequelas neurológicas e outras, como limitações físicas e surdez. Segundo o MS, também em 2013 a doença meningocócica atingiu 2.083 pessoas, das quais 440 faleceram.
“Os números são um demonstrativo de que o problema deve ser evitado, em vez de remediado. O Programa Nacional de Imunizações (PNI) incluiu a vacina meningocócica C conjugada no calendário de vacinação para os menores de 2 anos e já obteve resultados muito importantes na redução da doença nesse grupo etário”, afirma a presidente da SBIM, Isabella Ballalai, que destaca a importância de imunizar pessoas de outras faixa etárias: “Muitos não receberam a vacina ou as doses de reforço necessárias. Além de se protegerem, esses indivíduos deixam de ser potenciais transmissores da doença”.